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BBB

Tá, talvez seja um pouco de implicância minha com o programa.
Porém, eu percebi com um tempo (tive que esperar até a 11ª edição para dizer isso) que não existe um porquê para assistir esse programa. Até entendo que, às vezes, o programa pode se tornar interessante - com as festas, provas e barracos - às vezes, porém, o problema é o tempo que as pessoas perdem para se informar da vida dos outros (não estou chamando as pessoas de fofoqueiras -q).
Assim como nas novelas, o que a 'televisão' quer de você é que você perca o seu dia inteiro em casa, admirando cenários construídos para te envolver de uma tal forma... Eles sabem que intrigas e coisas desse tipo VENDE. Mas já pensou a forma de humilhação que deve ser estar lá? Ninguém pensa em orgulho, em felicidade, nem em nada disso. A primeira coisa que vem à cabeça das pessoas quando falamos BBB é: Dinheiro!
Ser vigiado 24 horas por dia parece tão simples para quem está do lado de fora. Agora, já pensou que a sua intimidade, seus segredos, suas falhas, TUDO de mais íntimo que você tem está nas mãos de uma emissora de TV que pode, muito bem, colocar isso na frente do mundo inteiro?
Já pensou também que você fica 3 meses sofrendo numa casa para ser julgado pelas pessoas de fora e ainda tem que criar amizades lá dentro e também inimigos para sobreviver? É como se fosse uma brincadeira com bonecos. Eu não acho que me venderia dessa forma.
Sei não, mas acho que as pessoas deveriam se preocupar mais com outras coisas em suas próprias vidas ao invés de se preocupar se uma outra pessoa está sendo adestrada direitinho.

" O Pequeno Príncipe "

" Quando a gente lhes fala de um novo amigo, as pessoas grandes jamais se interessam em saber como ele realmente é. Não perguntam nunca: 'Qual é o som da sua voz? Quais os brinquedos que prefere? Será que ele coleciona borboletas?' Mas perguntam: 'Qual é a sua idade? Quantos irmãos ele tem? Quanto pesa? Quanto ganha seu pai?' Somente assim é que elas julgam conhecê-lo. Se dizemos às pessoas grandes: 'Vi uma bela casa de tijolos cor-de-rosa, gerânios na janela, pombas no telhado...', elas não conseguem, de modo algum, fazer uma ideia da casa. É preciso dizer-lhes: 'Vi uma casa de seiscentos mil reais'. Então elas exclamam: 'Que beleza!'
[...]
Mas, com certeza para nós, que compreendemos o significado da vida, os números não têm tanta importância!"

Então, pergunto:
Você é uma pessoa grande?

Meu querido breu

O breu que toma conta da minha rua
Não é como um breu qualquer
Ele invade minha casa e deita comigo
Fecha meus olhos e aperta o coração.

O breu que toma conta da minha rua
Me empurrou para fora de casa
Me levou para um lugar distante
E de repente me abandonou.

O breu que tomou conta da minha rua
Se foi e me deixou perdido
Me obrigou a encarar meus medos
Me obrigou a abrir os olhos.

A luz que toma conta de mim agora
Me faz lutar comigo mesmo
Me faz esquecer todas as coisas
Que eu aprendi com o breu.

Fazendo as pazes [comigo]

Entre falhas e marés de azar, tento me equilibrar. Entre ondas e ventos, tento manter meus pés no chão. Meus olhos alcançam a inalcançávem linha do horizonte, meu intelecto me permite compreender o universo, mas minhas ações são tão banais quanto às de um ovo de tartaruga. Do que adianta eu enxergar além? Por que ver mais do que se pode fazer? E finalmente descobri: esse é o meu problema.
Pensar é quase um hobby. Mas, simular situações, seria normal? Não, não seria. Paranóia? Um pouco. Claro, não se pode prever como um determinado ser humano vai reagir a determinadas situações. E quando se tenta fazer isso, principalmente com alguém importante, o preço pode ser muito alto.
Porém, o que fazemos de melhor é errar. Porém, mesmo depois de um erro, acertar pode se tornar difícil.
Engoli meu orgulho há uns meses e tive os melhores momentos da minha vida. O que eu deveria engolir agora? Minha liberdade? Não, não se trata disso. Ah, claro, se trata dos meus desejos.
Todos nós queremos algo, não importa o que é. Mas nada nesse mundo tem mais força e valor que um sentimento verdadeiro. Seria meu bem-estar por horas mais importante que uma relação de uma vida? Não, nem se eu fosse o último ser da Terra.
Àqueles que um dia já magoei por preferir meus próprios desejos, peço perdão. Àqueles que peço perdão agora, peço que me ajudem. Como? É simples: se eu errar de novo, não me perdoe.

Promessas

São momentos em que percebemos o quão fracos somos. Fracos não, só não acreditamos em nós mesmos.
É divertido ver até que ponto temos controle sobre nossos corpos e palavras. Em momentos de desespero toda a sanidade de um ser humano vai embora, tudo em troca de um simples favor. Mas, favor de quem?
Não sabemos ao certo quem ou o que nos ajudará, mas colocamos todas nossas esperanças nesse 'alguém'. Porém, na maioria das vezes, se não todas, estabelecemos para nós mesmos algumas penas a serem cumpridas em troca do favor prestado a nós. Por quê? Às vezes achamos que somos realmente importantes. Se existe um alguém superior que te ajudará, ele não vai ligar se você vai ou não acabar com o seu corpo ou se martirizar.
Eu digo isso porque algumas vezes já recorri a promessas. Meus deslizes. Mas, depois de um certo tempo, comecei a ver que eu, quando me martirizava por promessas, não oferecia essa dor a ninguém e sim a mim mesmo. Era eu mesmo que deveria sentir aquela dor e saber que eu não deveria cometer o mesmo erro de novo. Era como mostrar a mim mesmo, com aquele castigo, que o meu desespero era inútil e passar a mim mesmo uma lição, como domar um animal raivoso. Às vezes funciona, quando a dor é grande o suficiente para deixar marcas - não necessariamente físicas.
Errar, apanhar, aprender e não errar de novo. É assim que as coisas devem funcionar. Promessas não te salvam e milagres não são comprados com a sua dor. Sua força de espírito deve ser maior que a sua fraqueza mental. Seu corpo não é nada. Sua alma é sua vida, e ela é quem tem que ser forte.

De cortar o coração...

Algumas coisas, e nem são poucas, me deixam triste, mas algumas me fazem sentir algo que não é exatamente tristeza. É uma vontade de esquecer o resto do mundo e melhorar a situação do momento.
O que me fez querer falar sobre isso foi uma cena que eu presenciei em Copacabana, durante o Réveillon.
Eu, minha namorada e um amigo nosso vivemos um caos até chegar lá, em Copa. Ao chegarmos lá, vimos a praia e as ruas lotadas. Tudo numa confusão para ver quem fica mais perto do palco principal. Passamos do palco e fomos procurar uma amiga nossa. Encontramos, fomos para a areia e então era só esperar dar 00:00 hs pra começar a gritar e comemorar. Deu meia-noite, tudo muito lindo. Foram 16 minutos de céu brilhante e então  estávamos definitivamente em 2011. Todos, então, decidiram voltar para casa.
No caminho para a casa de uma das pessoas do grupo (que morava quase de frente pra praia), passamos por várias pessoas. Muitas delas estavam MUITO bêbadas. Outras, mais velhas, estavam por ali, nas ruas, catando coisas para vender. Porém, tudo tem um limite. É chegada a cena.
Entre todas essas pessoas citadas, vi uma criança, de no máximo 7 anos, mal-vestida, descalça, suja, catando latas e ajudando um velho (não idoso, só velho) a colocar as latas dentro de um saco plástico. Nesse instante, Copacabana parecia ter sumido para mim. Minha namorada falava comigo, me puxava, mas meus olhos estavam congelados naquela criança. Fiquei pensando: "Eu aqui, feliz, com uma roupa nova, quase especial para o Ano Novo e esta criança ali, vivendo só mais um dia de uma vida sem esperanças e sem planos". A vida pode não ser justa com todos, mas pelo menos as crianças merecem um mínimo de cuidado.
É triste ver uma cidade - e um país - que é um dos pontos turísticos do mundo com problemas como esse. Será pedir demais que cuidem das crianças? Será pedir demais que não só os parentes e amigos ajudem, mas também que haja planos do governo para que estas crianças não sejam jogadas nas ruas? Seria tão difícil?

25/12 - Aventura!

Olha, nunca pensei num dia 25 tão legal.
Família reunida + feriado + Rio de Janeiro = ?
Quando todo mundo acordou, começaram a surgir ideias de programas para o dia 25. Pensaram em algumas coisas, dentre as quais só consegui identificar cachoeira, sushibar e praia. Tente adivinhar o que foi escolhido.
Começamos bem o dia: fomos à praia de Copacabana, refrescar o corpo e a alma naquela água deliciosa - embora com ondas um pouco altas e uma correnteza que poderia facilmente puxar um carro - e ainda curtir um sol maravilhoso. Claro que não foi mera coincidência, ao decidirem ir para a praia de Copacabana já sabiam que teria o show dele, do rei (Pelé? não.) Roberto (Muito Velho) Carlos. Às 15:00 o palco já estava montado e já tinha gente fazendo a passagem de som e, claro, as pessoas da praia já estavam se esmagando reunindo próximo ao palco. Até essa hora, enquanto estávamos um pouco longe e curtindo o sol, nosso dia estava maravilhoso.
Começamos a pegar nossas coisas e levar para um pouco mais perto do palco. Achamos um lugar à sombra com alguns turista atrás de nós, ambiente legal. Porém, quando olhamos para a frente, um modesto grupo de maconheiros - afinal, ainda estamos no Rio de Janeiro. Mudamos de lugar mais uma vez. Dessa vez um lugar decente. Ao menos, era o que parecia. Cara, se a gente soubesse que aquela era a última "entrada" para a praia (nesse caso, a mais próxima do palco) com certeza não teríamos ficado ali, eu acho.
A parte ruim começa agora!

25/12 - Correria!

Quando vimos, o céu já estava escuro e as estrelas brilhando na praia de Copacabana, ah, que cena linda! Porém, toda a beleza do momento se foi quando voltamos nossos olhos para a areia, na direção do palco do Roberto Carlos. Eu sinceramente nunca tinha visto tanta gente com faixa na cabeça em lugar só! Tinha gringo, nordestinos, gaúchos e carioca, quase todos usando aquela faixa escrota estranha.
O pessoal que antes estava espalhado pela praia, sem pressa, agora estava num empurra-empurra para conseguir chegar o mais perto possível do palco. Nós que estávamos ali havia, no mínimo, 5 horas, tínhamos colocado as cadeiras e as cangas para descansarmos, começamos a ouvir coisas do tipo: "o pessoal vem pra praia pra dormir", "praia não é lugar de ficar deitado", "traidênte, tráidente, tráááááidente" e, o mais incrível "Po, pessoal deitado no chão. Tá parecendo Woodstock isso aqui!" [oi?].
Como se já não fosse o bastante ouvir as pessoas dizendo isso, ainda aturamos pessoas jogando areia e água gelada (sem querer, claro, ou melhor, eu acho) na gente. Sei que, depois de um tempo, foi um tal de gente pisando na gente, xingando, pisando na canga, pulando nossas coisas, empurrando, virou um verdadeiro inferno aquele pedaço de 2m x 3m que estávamos tentando preservar. Daí vieram princípios de discussão e tal, no final, fomos embora.
Aí, enquanto saíamos, vimos pessoas penduradas em árvores, pessoas em janelas dos prédios, principalmente no Copacabana Palace (e, entre nós, esse pessoal do Palace tem cada mordomia...) e, claro, aglomeradas, quase desafiando as leis da física, perto do palco, enquanto os artistas da Globo davam entrevistas para a transmissão ao vivo da Globo em áreas vips e falando que aquilo tava uma maravilha - amigo, com espaço para respirar, qualquer lugar fica maravilhoso, eu queria ver esses artistas no meio da muvuca. Um detalhe: percebemos, também, que MUITA gente que estava ali não sabia UMA música do Roberto Carlos (Y).
Ou seja, Show de graça no rio + artista famoso + praia + globo + cerveja + cariocas = INFERNO TOTAL!

Meus meios

Se ela me chama, na maioria das vezes, eu vou correndo. Atrapalhado, esbarro em tudo no caminho até ela. Esquecido, deixo em casa o dinheiro da passagem até a casa dela. Quando chego, cansado, ela me beija e me traz um copo d'água. Afinal, ela sempre sabe do que eu preciso.
Todo dia, quando esqueço de ligar, ela fica chateada comigo. Mas é perfeitamente normal, e compreensível. Eu no lugar dela faria o mesmo. Mesmo assim, ela ainda me ama, e eu sei disso. Dá para perceber em seus olhos, eu seu jeito de falar e em seu jeito de sorrir. Sempre há pequenas besteiras que provocam pequenas discussões.
Mas nunca há discussões ao nível de provocar uma briga.
A cada sorriso dela, meu rosto de desmancha em felicidade. A cada vez que ela pisca para mim e diz: "eu te amo" meu coração sai do ritmo e quase desmaio de alegria. "You are the best thing that's ever been mine" é o que penso em cada vez que olho para ela. 
Agora, meu amor, peço desculpas por todas as vezes que esqueci algo que tinha dito a você.
Peço desculpas por não conseguir cumprir todas as promessas.
Mas não me arrependo de ter te amado todo esse tempo. Não mesmo.
E nunca desistirei de te amar, bebê. E, para finalizar: "I love my life because my life is you" - Lembra desse dia? ;D

te amo, Ju.

Que falta faz...

Um pouco de atenção.
Um pouco de carinho.
Um pouco de amor.

O que nos faz bem e o que nos faz mal é o que nos mantém vivos, mas nos momentos de tédio não importa o que vai acontecer, seja MUITO ruim ou MUITO bom, você só quer que algo aconteça. Sinto falta de desenhos legais, da época em que meu computador foi rápido, de momentos legais com a família, de bandas boas e conscientes, de filmes legais, enfim, de tudo que fez com que eu fosse o que sou hoje. Às vezes acho que o tempo que durou foi muito pouco e ainda preciso me manter vivo, na verdade, mais que isso, preciso crescer -amadurecer- um pouco mais.
Sinto falta de muita coisa, e às vezes, sinto falta de coisas que nunca aconteceram, mas que seriam muito boas se acontecessem. Eu já disse, quando o tédio vem até nós não há nada que se possa fazer. Teria que estar estudando, mas não tem NADA nesse mundo que me faça estudar nesse momento. Preciso de atenção, hoje, só hoje...

Tédio - com um T BEM GRANDE pra você

Moramos na cidade, também o presidente
E todos vão fingindo viver decentemente
Só que eu não pretendo ser tão decadente não
Tédio com um T bem grande pra você
Andar a pé na chuva, às vezes eu me amarro
Não tenho gasolina, também não tenho carro
Também não tenho nada de interessante pra fazer
Tédio com um T bem grande pra você
Se eu não faço nada, não fico satisfeito
Eu durmo o dia inteiro e aí não é direito
Porque quando escurece, só estou a fim de aprontar
Tédio com um T bem grande pra você
- Legião Urbana, Tédio.

O Infinito limitado....

Por que é tão difícil aceitar os limites da vida ?

"O Impossível só é impossível até que alguém o faça!". Isso não garante que você vai conseguir faze-lo....
Às vezes as pessoas pensam que há um outro jeito, que ainda não acabou, que "tudo acaba bem, se não está bem é porque ainda não acabou!". Mas não podemos esquecer: "A vida não é justa!".
Não é por que naquele filme o cara era pobre, perdeu tudo que tinha e acabou milionário que vai acontecer o mesmo aqui. A vida não foi justa com aquele que voltava do trabalho e foi atropelado, nem o outro que estava no portão conversando e morreu de bala perdida. Nada ali acabou feliz, mas as pessoas costumam não aceitar isso. Sempre tem aquele pensamento de "nunca vai acontecer comigo"...
 Mas vai que... kk'
 Uma fração de segundo pode mudar - ou acabar - com uma vida... mas e aí? E depois que a gente morre? A gente vai pro céu? A gente renasce em outro corpo ou em um animal? A gente volta para Carlin?
Por que ninguém aceita quando alguem diz: "quando a gente morre acabou!".
Mas acabou como? Acabando, oras. A vida não é infinita. Somos apenas um pequeno ser que vive em um planeta que é uma poeira espacial da Via-Láctea.
Nada é infinito, apenas o pensamento, o universo, o tempo, os números e a fortuna do Bill Gates :B
Nós temos muitos limites, apesar de muitos não aceitarmos. Nem sempre é tentando que vamos conseguir, mas entre tentar e ficar parado temos mais chances tentando. Mesmo que haja 99,9% de chances de não conseguir, não é impossível que você tente 10 vezes e consiga as 10, é apenas improvável.
Tá, qual o sentido desse texto? Também não sei. Hoje é meu aniversário, não foi lá um dia muito bom. Eu não tenho muito o que fazer e to aqui expressando minha opinião sobre algo inútil. Se você leu até aqui, kraio.. você tem paciência, hein. Mas obrigado. ;D



                                                                                                       Luiz Léo

Quem não acreditava?

Taí, uma prova para aqueles que achavam impossível, não pela falta de capacidade, e sim pela falta de interesse.
O que acontece - e que todos sabem - é o seguinte: enquanto o tráfico e a bandidagem de "pequena escala" não incomodavam aqueles senhores do poder, não tinha porque mudar, né? Criaram aí um programas de ocupação de comunidades, beleza. Mas para onde eles achavam que iriam os fugitivos? Para algum lugar além do espaço sideral? Não, mais isso é assunto velho.
O ponto é o seguinte: eles poderiam acabar com isso na hora que eles bem quisessem. Mas, sabe como é né, época de olimpíadas e de copa no Brasil, vai trazer turistas e muito dinheiro. Então, para não degradar a imagem do país, eles adiantaram o serviço. Olha aí, que bonito (poderia ter acontecido uns 10 anos atrás):

Ocupação do Complexo do Alemão



Bom, impossível não é, né. Só falta ser do interesse dos governantes. Enquanto não é do interesse deles, nós é que sofremos e passamos apertos e noites de medo, enquanto eles tem seus seguranças para morrer em seus lugares.

As coisas mudam

" Mudaram as estações
Nada mudou
Mas eu sei que alguma coisa aconteceu
Tá tudo assim, tão diferente... "
- Por Enquanto - Legião Urbana.

As tais mudanças nesse mundo são engraçadas. Elas acontecem aos poucos e só nos é mostrado de verdade uma vez a cada 4 anos, quando é possível ver a mudança brusca que ocorreu. E isso vale para tudo. Acontece com o rosto das pessoas, as situações climáticas do mundo, os defeitos de um governo, etc.. Se nos avisassem aos poucos, seria bem mais possível entender o que fazemos de errado (ou o que as outras pessoas fazem de errado) e seria BEM mais fácil de consertar nossos erros.
Esse é o tal ser humano, que espera cada crise para propor uma mudança. O ser humano que quer ver até que ponto consegue destruir o mundo em volta e permanecer vivo. O ser humano que acaba com a humanidade até que a próxima bomba caia em seu próprio quintal.
O pedaço da letra "Por enquanto" foi só a introdução do assunto, mas acho que é um bom exemplo. A juventude de antigamente era consciente, fazia revoluções e criava músicas que falavam ou de amor (de um jeito sério, estilo poema) ou da crise da sociedade. Hoje em dia eles cantam:

"Eu quero saber

Se você não quer me beijar
Olha pra mim,
Duvido você negar"

- Linda, Tão Linda - Hori.

Só eu noto essa diferença BRUTAL?

Ela simplesmente vem...

Uma amizade normalmente é assim
Palavras perdidas se encontram no olhar
Piadas velhas ganham graça no sorriso
E besteiras são dignas de horas de risos.

Uma amizade normalmente é assim
Ela nasce de um "Prazer, meu nome é:"
E termina num silêncio, como um túmulo.
E renascem, com o vento que sopra (sempre) a favor.

Preze as amizades.
Aceite tudo, até as diferenças.
É o essencial.

Então é assim...

Mais um ano chegando ao fim, 
Mais um tempo sem te ver.
Novamente, sempre assim,
Eu ainda pensando em você.

Antes de tudo terminar
Quero dizer o que sinto.
Você pode não acreditar,
Mas de você eu gosto tanto...

Sei que não sou o melhor pra você,
Mas me sinto feliz ao seu lado,
Às vezes não sei o que fazer,
Às vezes fico chateado.

Sua presença me faz bem,
Seu sorriso me faz feliz,
Coisas que não faço por ninguém,
Só por aquela que sempre quis.

Sei que não gosta de mim,
Mas não consigo te esquecer,
Mesmo que nunca diga sim,
Um bom amigo quero ser.


Pra mim você é Perfeita,
Pra você não sou ninguém,
Um amigo da colheita?  
Só queria ser alguém.


Por mais que eu seja chato,
E você super legal,
Por sua amizade fico grato,
E por não me tratar mal.

Amizade Verdadeira:
Só o que eu quero ter.
Mesmo que de brincadeira,
Só não quero te perder.

Todo tempo que eu puder,
Quero com você passar.
Se feliz você estiver
Nada vai me desanimar.

Tudo me faz te amar mais,
Ligue você ou não,                             
Agora te deixarei em paz,
Mas sempre em meu coração.

Se um dia mudar de ideia,
Resolver pensar em mim,
Estarei a sua espera,
Te amarei até o Fim !


Luiz Léo

Respeito!

É tão bom ser respeitado, e não há quem discorde disso.
Mas, é mais legal ainda quando as pessoas que têm crenças diferentes se respeitam. Existe muito preconceito por aí que não tem cabimento. Por exemplo: cor de pele, religião e sexualidade. É realmente tão difícil assim respeitar as decisões das pessoas? O mundo, se continuar assim, não tem volta. Imagens assim precisam ser circuladas:














Sim, eu acredito em coisas improváveis, não impossíveis. Um dia o mundo vai entender isso, eu acredito!

Quem resolve?

Grande parte do nosso dinheiro alimenta os cofres públicos que usam o nosso dinheiro para tudo, menos para fazer projetos que nos beneficiem. Esse dinheiro circula pelo mundo inteiro e, em grande parte, tem o mesmo destino. Isso é o que acontece com os corruptos miseráveis:



Enquanto isso, em um continente distante, porém, ainda num mundo igual ao desses corruptos, isso é o que acontece com aqueles que eles dizem ser o "futuro da humanidade", os que resolverão as cagadas que eles, os corruptos, estão fazendo agora:



E quem é que se move para resolver isso?

Sem título - 1

Se fosse um céu, voaríamos livres.
Se fosse um mar, nadaríamos livres.
Bem, nós temos os mares, porém, poluídos.
E temos os céus, congestionados e poluídos.

Essa é a nossa Terra:
Onde a terra vale mais que uma vida.

Essa é a nossa Terra:
Onde o nosso é sempre de outro.

Essa é a nossa Terra.
Por enquanto, ainda é nossa.

Valores

A cada dia que passa, principalmente nos meios nos quais me encontro, vejo o quanto o valor das coisas vem se perdendo. Seria tão mais fácil se todas as pessoas tivessem um pouco mais de consciência e, ao invés de olhar somente para o próprio umbigo, olhassem para o mundo à sua volta, que precisa de um pouco mais de amor, de sinceridade, de ajuda e de paz. De bandidos, de mercenários, de egoístas e de burgueses safados, esse mundo já está mais que lotado. É tão raro esse tipo de compaixão com o outro que, quando vemos um exemplo, nos espantamos, quando na verdade o ideal seria que todos agissem assim.
Esses dias me senti tão triste quando teve uma votação para a escolha do local de realização da Colação de Grau do 3º do Colégio Pedro II - Unidade Escolar Realengo. As opções era completamente diferentes, claro, mas ainda assim acho que fizeram a escolha errada. As opções eram: Um teatro, Mário Lago, em São Cristóvão, no dia 17/12, no dia do conselho de classe (isso quer dizer que ninguém saberia ao certo se foi ou não aprovado). A outra opção seria a própria Unidade Realengo, no dia 23/12, já com os resultados finais. Não me conformo com o fato de terem preferido o "conforto" do teatro ao clima que é estar na Unidade no dia da Colação de Grau. Será mesmo que eu sou um dos pouquíssimos alunos que conseguiram criar um vínculo, quase uma história de amor, com aquela unidade? Será mesmo que vale mais a pena estar num lugar confortável do que estar em um lugar no qual nos sentimos em casa? Será mesmo que o preço das coisas pode comprar a felicidade de estarmos juntos em casa? Será mesmo?
Não sei exatamente porque as pessoas agem assim. Mas, sei grande parte do pessoal que escolheu o teatro vai sair dali e não vai querer voltar nunca mais. Enfim, foi só um exemplo.
As pessoas, de todo o mundo, não deveriam ser assim hoje. Quem foi o primeiro a roubar? Quem foi o primeiro a mentir? Quem foi o primeiro a matar? Não importa. Não há por que dar continuidade a isso. Óh, um apelo de paz ao mundo? Sim, é um apelo. Não, não vai adiantar, tenho consciência disso. Esse tipo de coisa já não tem mais conserto. Os que realmente não querem fazer o "mal" não farão, é só querer. Mas, o problema é esse. Hoje em dia, o preço das coisas é alto, e tudo nesse mundo se encontra no mercado(livre), onde as coisas não podem ser compradas com amor, honestidade, essas coisas.
Inventaram a moeda para comprar o mundo. Ela circula e vale muito.
Inventaram a escrita para divulgar coisas. O problema é que a escrita foi comprada. E, hoje em dia, só é vendido o que trará lucro financeiro. Amor e Paz dão lucros financeiros?